O CSA foi até Cuiabá para enfrentar o Mixto pela 1ª fase da Copa do Brasil, e o resultado foi desastroso, vexatório, inconcebível e mais alguns adjetivos. Ocorre que o time do CSA em condições normais até venceria o Mixto, até porque venceu o Sampaio Corrêa que tinha um time mais consistente.
Mas o time do CSA entrou em campo com uma postura apática, um físico consideravelmente ruim, uma formação amarrada e a falta de elenco para rodízio latente. O mesmo time que enfrentou o Murici, que enfrentou o Sampaio, e que provavelmente jogará o clássico, um único time para todas essas competições, em campo.
O resultado ligou o alerta máximo, a derrota quebrou grande parte do planejamento para 2019, a Copa do Brasil foi pelos ares e com ela sua bela cota. Mas se por um lado o CSA deixou de ganhar com a copa, deixou de gastar com elenco. Com um elenco recheado de jogadores jovens e sem ter condições de rotatividade, amarga uma economia que de nada adiantou.
A copa do Nordeste e a copa do Brasil são as competições rentáveis, jogar elas garante aos times o sabor de uma cota a mais para o ano, porém com a queda precoce, de longe, o CSA viu seu planejamento virar à esquerda.
Marcelo Cabo sabe que a pressão desse vexame coloca sua cabeça em xeque, e em seguida tem um clássico para vencer. Contra um crb descansado, o CSA terá que jogar tudo que não jogou na temporada se quiser passar pelo rival.
A hora é de repensar o planejamento, visto que ficou claro que o CSA já não tem um elenco para disputar as duas competições, e com a série A batendo a porta, terá que rever tudo que foi feito até agora para entender o que está errado, e se for preciso, virar seu planejamento de ponta cabeça para fazer agora tudo que não fez.
Estar vivo na Copa do Nordeste dará a diretoria a chance de rever seu elenco. Cabe agora ao presidente Rafael Tenório colocar na mesa as soluções que esse vexame obriga a buscar.

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