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| Marcelo Cabo, técnico do CSA (Foto: Gustavo Oliveira - ASCOM Londrina) |
Neste último sábado o CSA conseguiu sair de Londrina com a taça de prata e vitorioso. A equipe azulina enfrentou, no estádio do Café, neste sábado (19) o Londrina. Logo aos 20 minutos da etapa inicial, os azulinos abriram o placar com Niltinho, e viram aos quarenta e cinco Lucas empatar a partida. Na etapa complementar os azulinos viram Michel numa jogada com Rafinha sacramentar o placar final: 2x1 para os visitantes.
Logo depois do jogo, o técnico da equipe azulina, Marcelo Cabo, em entrevista pós-jogo, analisou o jogo e disse está preparado para a sequência dos jogos, mas voltou a frisar na meta: 45 pontos, pés no chão e muita frieza para não cair nas armadilhas da série B.
Cabo também comentou da multifuncionalidade dos atletas e continua frisando que não deve ter grandes reforços, já que gosta do grupo enxuto.
ANÁLISE DO JOGO
"Vencer o Londrina lá dentro não é fácil. Uma equipe muito qualificada, que nos trouxe muito trabalho, valorizou muito nossa vitória. A gente conseguiu ser melhor no segundo tempo que no primeiro. No primeiro, a gente oscilou muito, jogou só 10, 15 minutos, e o Londrina só jogou no primeiro tempo. No segundo tempo, a gente soube trabalhar a bola, jogar e soube marcar bem. Como diz na gíria do futebol, soubemos sofrer ali no final e garantir o resultado."
SÉRIE B
"5 pontos é a meta do CSA. A gente não pode fugir desse meta, dos objetivos, porque o campeonato está muito no início. A Série B é muito traiçoeira. Então, a gente tem que ir passo a passo, jogo a jogo, construindo o trabalho para que a gente possa almejar coisas maiores. Mas a gente tem que estar com o pé no chão, humildade, e continuar na realidade dos 45 pontos. Foi isso que a gente planejou no início da competição."
SOBRE JOGADORES MULTIFUNCIONAIS
"Eu gosto de trabalhar com um elenco enxuto. Eu gosto de ter jogadores multifuncionais. O Echeverría jogou de lateral-esquerdo, o Walter entrou de dez, de nove, o Ferrugem joga mais adiantado, às vezes joga de primeiro volante. Assim, a gente vai construindo a equipe. É importante a gente ter um elenco curto pra gente poder potencializar todo mundo. Por isso, a gente cria múltiplas funções dentro da equipe, e vem dando certo.."
COLETIVIDADE
"O craque do CSA é a parte coletiva. Temos jogadores de renome, como o Walter, como o Edinho, como o Daniel Costa, mas o que prima é o Leandro lá atrás, é o Xandão, é o Celsinho... Então, a coletividade é o grande craque do CSA. É por isso que a gente está construindo um bom início na competição."

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