Rafael Tenório resolveu falar: O resultado foi desastroso mais uma vez. Repetidamente as mesmas frases que o torcedor ouviu dia após dia, nesses dois anos de campanha nas mãos de Rafael Tenório, todas as glórias do time se deram com uma bandeira: Seja sócio torcedor.
Entenda: Em nenhum momento desta matéria, citamos que o presidente Rafael Tenório é uma pessoa ruim ou parecido, ao contrário, um dos melhores mandatários do CSA nos últimos anos e responsável por uma série de conquistas, estamos falando do momento atual.
Entenda: Em nenhum momento desta matéria, citamos que o presidente Rafael Tenório é uma pessoa ruim ou parecido, ao contrário, um dos melhores mandatários do CSA nos últimos anos e responsável por uma série de conquistas, estamos falando do momento atual.
O grande problema dessa insistência no sócio é que a torcida sabe decorado de trás para frente esse discurso, e quando o futebol se tornou pífio, a torcida encontrou a forma perfeita de punir o clube, deixando de pagar o sócio torcedor. Para qualquer torcedor de verdade é errado? Sim, mas compreensivo, afinal todo o discurso de superação é baseado no sócio torcedor.
Oliveira Canindé foi bancado e dois jogadores dispensados: Kelvin e Serginho, jogadores que sequer vinham atuando, inexplicável para o torcedor. Quer dizer, se o problema eram jogadores reservas, porque Jacó não entrou como titular contra o Itabaiana? Bizarrice atrás de bizarrice.
Não estou dizendo que Oliveira é o grande vilão da história, jamais. Mas o discurso de Rafael Tenório se contradiz a todo momento: "Serginho, capitão do Botafogo e campeão da série B.", no entanto não deu certo. Ora, não jogou três jogos completos.
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| (Foto: Smack Neto) |
A todo momento palavras eram repetidas, como um disco arranhado. Manter Oliveira Canindé foi uma decisão, mas insegura, não há previsão de mudanças, Rafael sequer tentou falar sobre isso, não mencionou que almeja ser campeão, não mencionou quais os planos para o campeonato brasileiro.
Em 2016 o torcedor abraçou um projeto, ouviu o presidente dizer que seríamos vitoriosos, e fomos, mas em 2017, o que vemos é um imenso vazio, um time que parece não ter objetivo, cumprimento de tabela, enquanto isso, Oliveira escala mal, mexe mal e dispensa atletas que sequer chegaram a jogar.
Segundo o presidente, não existe racha no elenco, mas uma comodidade de longos contratos feitos, e isso fez alguns jogadores se tornarem peças acomodadas e ineficientes, porém, esses mesmos atletas com longos contratos, foram dispensados facilmente, como é possível, se a situação do atleta é confortável, ser tão facilmente dispensado? A contradição começa a confundir o torcedor.
Rafael atribuiu a queda livre do sócio e desconfiança do torcedor a derrota no clássico, claramente um equívoco, o CSA não apresentou bom futebol em nenhum dos jogos anteriores (salvo contra o ABC de Natal), futebol ruim atrás de futebol ruim, a sorte é que encontrou o CRB cansado e mal fisicamente, conseguiu um empate com um time escalado com três volantes.
Rafael atribuiu a queda livre do sócio e desconfiança do torcedor a derrota no clássico, claramente um equívoco, o CSA não apresentou bom futebol em nenhum dos jogos anteriores (salvo contra o ABC de Natal), futebol ruim atrás de futebol ruim, a sorte é que encontrou o CRB cansado e mal fisicamente, conseguiu um empate com um time escalado com três volantes.
A lista de dispensas cresce: Daniel Cruz, Luis Ricardo, Joãozinho, Kelvin, Serginho e Geovani. A lista de reforços ainda inexiste, onde o CSA se meteu em 2017, e porque não vemos nenhuma firmeza nas palavras do maior mandatário azulino?
Existe algum comando no CSA? Afinal, porque tanta insegurança? Quem realmente manda no CSA? Rafael Tenório está longe de ser o Rafael Tenório de 2016, e mais longe ainda de um presidente que almeja vencer alguma coisa.
Deus ajude o CSA.

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