De um time limitado em 2016 a um time completo em 2017: Oliveira Canindé poderá trabalhar como gosta.
Para ninguém mais é uma surpresa que Oliveira Canindé é um grande técnico, sabendo como poucos utilizar aquilo que tem de melhor, e principalmente se utilizando de atletas polivalentes (aqueles que podem atuar em mais de uma posição; que se adequam a outras.), conta Oliveira que com o Guarany do Sobral, costumava chamar pessoas nas redondezas para os treinos, para que tivesse dois times completos.
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| Oliveira Canindé (Imagem:Globoesporte.com) |
Analisando hoje, friamente, o time que o CSA tinha em 2016 era limitado, próprio para a disputa do campeonato alagoano e da série D, cumpriu seus objetivos mínimos (mais do que merecido pela campanha), porém não era ainda um time que fazia jus a erguer taças, poderia erguer? Poderia, porém teria que contar com limitações e erros de outros clubes.
Mas qual foi o grande trunfo utilizado por Rafael Tenório? Oliveira Canindé. Sim, o técnico azulino conhece seus atletas e suas formas de atuar e a capacidade tática de cada um, infelizmente o CSA não tinha um elenco para ser campeão, como Oliveira disse "Seria a cereja do bolo.", mas o bolo já estava feito, e a torcida o saboreia até hoje.
Pantera foi um dos casos que mostrou como o elenco era limitado, o goleiro não estava no mesmo patamar de Jeferson, acabou cometendo falha atrás de falha. Kelvin foi outro caso que mostrou a limitação do elenco, a falta de um suplente para Denilson, quando precisou fazer a função do lateral, Kelvin não conseguiu.
É claro que tivemos casos de grandes talentos individuais como Marcos Antônio (com um desenvolvimento alto aos cuidados de Oliveira), Cleyton, Panda, Leandro Souza e muitos outros, quando Cleyton saiu, não havia mais um substituto, e quebrou o poder ofensivo no CSA, Douglas Marques também fez falta, e isso mostrou ao torcedor como o elenco estava limitado naquele momento, no momento de fúria o torcedor esbravejou pelas perdas, mas observando hoje friamente se percebe o quanto o elenco era frágil.
Em 2017 é bem diferente, o elenco já não é mais para uma única competição e mesmo a polivalência tão amada por Oliveira Canindé, só precisará ser utilizada por pura opção, não há uma necessidade para improvisos. Temos por exemplo, dois bons goleiros, dois laterais direitos de ofício e pelo menos três centroavantes. Oliveira sabia o quanto poderia ir longe com sua equipe em 2016, tanto que falou "Não prometerei taças, mas vou levar o CSA à série C", e cumpriu.
Em 2017 é bem diferente, o elenco já não é mais para uma única competição e mesmo a polivalência tão amada por Oliveira Canindé, só precisará ser utilizada por pura opção, não há uma necessidade para improvisos. Temos por exemplo, dois bons goleiros, dois laterais direitos de ofício e pelo menos três centroavantes. Oliveira sabia o quanto poderia ir longe com sua equipe em 2016, tanto que falou "Não prometerei taças, mas vou levar o CSA à série C", e cumpriu.
A organização e planejamento da diretoria este ano vão mais longe do que apenas acessos, agora a luta é para trazer ao CT Gustavo Paiva novas taças, novos horizontes, e fazer o azulão voar voos mais altos e conseguir feitos que estavam muito mais complicados em 2016. Confiante, torcedor?

A maior perda durante a série D foi o Cleyton, depois da sua saída o poder de fogo simplesmente acabou com a saída do homem que não era encarregado de fazer gols mais que estava fazendo a diferença nos jogos decisivos, fora as perdas irreparáveis e as falhas do Pantera.
ResponderExcluirNão só Clayton, como tbm a perda do maior jogador do CSA em 2016
ResponderExcluirJean Cleber